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06/12/2016 - SEXO CASUAL É UM LIXO

 

 

Não existe "liberdade sexual". Sexo é um desejo e quem usufrui desse desejo está mergulhando de cabeça na maior prisão humana. Essa prisão costumava encarcerar apenas o gênero masculino. Recentemente, o feminino decidiu, por livre e espontânea vontade, se juntar ao lixo achando que, por isso, estavam se tornando empoderadas.

As mulheres não perceberam que elas estavam um passo à frente na evolução. Elas eram o ponto de referência. Enquanto o homem é programado para pensar e tentar trepar o tempo inteiro, sendo assim apenas um utilitário reprodutivo insignificante - ou seja, um mero objeto sexual - a mulher era quem rejeitava esse comportamento e procurava moldar o homem para que ele não fosse apenas um macaco tentando copular; para que ele fosse além de um dispensável reprodutor. É a clássica cena do homem tentando passar a mão na bunda da mulher e ela, mesmo querendo, rejeitando aquela atitude para que a relação se tornasse algo superior a dois macacos se esfregando. Assim, para desenvolver uma relação, os homens precisavam mudar a abordagem e tratar a mulher como um ser humano racional e não como um animal no cio. E foi aí que a batalhada e conquistada "liberdade sexual" das mulheres deu um tiro no pé: agora os homens só NÃO TÊM de tratar a mulher como um ser humano superior mas como DEVEM considerá-la, de fato, um objeto sexual tão baixo e tarado quanto ele.

O tiro no pé foi dado em vários outros aspetos. Da mesma forma como elas viam o comportamento promíscuo do homem e o interpretavam como "liberdade", "prazer" e "diversão", sem perceber que eram elas quem estavam por cima e haviam sido programadas pela natureza para não se rebaixar ao lixo, elas lutaram pelo "direito" de a mulher se "masturbar", lutaram pelo "direito" de "trabalhar", pelo "direito" de ir ao estádio de futebol e ficar urrando feito um debilóide para uns caras chutando bola pra lá e pra cá – pelo direito de serem iguais aos homens. O clássico símbolo do feminismo não é nada além de uma mulher macaqueando um comportamento masculino - de mostrar o bíceps.

 

Existe até a "pornografia feminista". Elas não sabem que, na verdade, tanto a pornografia quanto a masturbação não são coisas que nos trazem "liberdade". Elas nos aprisionam. A pornografia e a masturbação fizeram mal ao homem. A pornografia nos jogou no mais baixo dos patamares. Hoje, existem homens viciados em pornografia tentando largá-la, homens afundados em seus quartos sem conseguir passar um dia sem abrir um site pornográfico, homens que tiveram suas capacidades sociais acabadas por causa da pornografia; existem estudos e grupos de apoio para homens que não conseguem largar a pornografia e a masturbação. Não tem nada de "liberdade" ou de "orgasmo livre" nesse cenário. Eu sei que vocês, mulheres, veem os homens e julgam-nos como "livres", que possuem o "direito ao orgasmo" ou qualquer bobagem do tipo, mas foram vocês que não notaram que estavam à nossa frente, livres dessa imundície, evoluindo a espécie humana para longe de meros impulsos e desejos sexuais.

Fonte: http://www.covenanteyes.com/2015/02/16/porn-addiction-problems-marriage/#

A entrada no mercado de trabalho delas chegou pela mesma via. Ninguém, no fundo, gosta de trabalhar. Ninguém quer trabalhar. Tirando a minoria bem-sucedida, o restante dos homens detesta seus trabalhos, trabalha por obrigação, sofre no transporte público, leva mijada do chefe, recebe pouco, enfrenta forte concorrência e vive todo o tipo de inferno. Só quem "luta" para "trabalhar" são patricinhas da classe média-alta. O homem trabalhador comum sonha um dia, por fim, sair dessa merda. E o que fizeram as mulheres que estavam um passo à frente de nós? Que eram responsáveis por cuidar das coisas mais importantes da civilização – do lar (que opressão!) e das crianças? Bateram o pé e pediram para se rebaixar ao nível do homem: um mero escravo do mercado de trabalho, inútil, sendo oprimido por chefes, empresas e Estado. Elas estavam fora do sistema verdadeiramente opressor e pediram para entrar, acreditando que ser oprimida era amar e ser amada pelo marido, pelos filhos e pela própria casa.

A luta pelo "direito" de usar shortinho, ou pelo "direito" de usar roupas curtas, advém também da não compreensão da mulher sobre o fato de ela ser especial e ter o poder de ditar os rumos da humanidade. Não há lei que puna uma mulher que use um short socado no cu ou roupas curtas, mas há - ou havia - uma "lei moral" na atmosfera da sociedade que desvalorizava essa mulher. Isso nada tem que ver com a "opressão patriarcal machista". Tem que ver com a superioridade feminina. Quando um homem enxerga uma mulher atraente com uma saia até os joelhos, o cérebro dele entra no modo "o que posso fazer para ter acesso ao que está por baixo dessa saia?". E não é encostar ou comê-la, propriamente. É enxergar. Ele é obrigado a se adaptar ao que a mulher quer para ENXERGAR a bunda ou os peitos dela. Ele melhora a sua personalidade, aumenta a coragem, aumenta a capacidade comunicativa, estuda, cresce profissionalmente e fisicamente para, finalmente, ter acesso ao que está por baixo da saia. Cada centímetro do corpo da mulher representava um objetivo a ser conquistado. Já os homens não tinham motivo para usarem roupas "discretas", pois ninguém tá nem aí pro caralho dele; nenhuma mulher iria procurar evolução pessoal para enxergar o peito, a coxa ou o caralho de um homem. O homem não causa evolução. Por isso, elas usavam roupas discretas, para que as relações humanas não fossem rasas. Entretanto, com a promiscuidade se afirmando como norma e cultura, não há mais motivos para o homem fazer nada disso. Cedo, na escola, um menino tem acesso visual às nádegas, coxas e peitos das fêmeas, não precisando sequer de prestar atenção na aula. Enquanto o professor ensina matemática, ele está hipnotizado pela bunda da colega. O processo de evolução inteiro foi quebrado. E eu não estou dizendo que as mulheres podem ou não podem usar determinada roupa. Eu não sou o ditador do planeta. Estou explicando como eu enxergo as coisas. 

Por não terem consciência da própria superioridade perante aos homens, sempre enxergando estes com inveja, elas acabaram com tudo. O que a geração de hoje apresenta é apenas a busca incessante pela satisfação dos seus desejos. Não só a busca, mas o orgulho profundo por estar atendendo ao instinto mais baixo do ser humano: o de trepar. O "orgulho" por ser "livre" e fazer sexo casual vem da ideia de que transar pra caralho é uma atitude provocadora ao conservadorismo, fora do padrão. Não há nada de provocador e fora do padrão nisso. Ser movido pelos desejos e fazer sexo "livremente" é a atitude padrão, clichê, comum, básica. Quanto mais você se entrega aos desejos, mais baixo você é. Por consequência, quanto mais você transa, mais baixo você é; mais próximo de um primata você está.

Vejam que, quando a mulher não tinha caído no conto da "liberdade sexual", eram elas quem guiavam o homem para que ele se tornasse um ser livre dos seus desejos. Não que a mulher não os tenha, mas porque ela os possui na dosagem correta. Quando um homem via uma mulher, e o seu primeiro instinto era colocá-la de quatro e comê-la, era papel da mulher dizer "não, não, eu não sou um animal no cio e você também não é, vamos evoluir a espécie, você vai ter que ser um ser humano e pensar racionalmente" e, dessa racionalização, surgiu a monogamia – a maior invenção da humanidade.

A partir do momento em que o homem percebia que ser um animal irracional guiado pelo seu desejo de trepar não traria resultados, ele mudava a abordagem. A mulher exigia a conversa, o jantar, o encontro, o flerte, a conquista, uma relação mais aprofundada, a permissão da família, a civilidade. O simples desejo sexual do homem não era o suficiente. Daí se criava uma relação verdadeiramente humana. Uma relação evoluída e não assente em simples primatas, entregues ao seu desejo animalesco. Assim, a monogamia é a grande cartada evolutiva. A humanidade percebeu que não valia mais a pena ser um escravo dos seus desejos e sair reproduzindo com qualquer um por aí como um cachorro faz. Esse comportamento cria mães solteiras e pais ausentes, culminando em filhotes desamparados, espalhados por todos os cantos, fracos, com maiores possibilidades de terem distúrbios mentais, fato que diminui a qualidade humana, além de rebaixar todos ao nível animalesco. A monogamia é deixar de ser um primata, deixar de se levar pelos seus instintos, criando relações conscientes como substituição com o objetivo de evoluir a espécie. Entender que já não é mais interessante ter e respeitar a promiscuidade que nos foi programada pela natureza. Ser monogâmico é evoluir.

É verdade que, ainda hoje, um homem que, por exemplo, consiga comer 10 mulheres em uma semana será considerado um gênio. E isso não é errado. Ele está acima da média do homem comum: aquele que precisa se revirar e se dobrar pra conseguir uma mísera parceira sexual. A mesma conclusão não pode ser tirada de uma mulher que "consegue" transar com dez homens em uma semana, porque ela não "consegue". Mesmo que vocês tentem enfiar goela abaixo do mundo que homens e mulheres são iguais, eles não são. E aqui encontramos outro momento onde elas não perceberam a sua própria qualidade. Onde elas voltaram suas atenções apenas para o mundo do homem. Se é correto encarar como uma qualidade um homem capaz de transar com 10 mulheres em uma semana, o inverso também ocorre: o homem que não consegue transar com ninguém, ou tem uma frequência sexual baixíssima, é considerado um perdedor, um merda. As mulheres só olharam para o comedor e não olharam para o fracassado. Invertendo as coisas, a mulher que tem poucos parceiros sexuais, e é reservada, não é considerada uma fracassada perdedora, à semelhança do homem: é uma mulher acima da média, digna de respeito e amor. Enquanto ao homem era exigido que ele fosse um mero escravo do seu desejo, à mulher era "exigido" o contrário. A inveja pelo mundo masculino destruiu o mundo feminino.

Aponto que um homem se revelaria mais interessante caso optasse por se concentrar apenas em uma mulher, desenvolvendo uma relação humana com ela – mesmo detendo a capacidade de conquistar várias fêmeas. Isso se torna impossível atualmente, pois a condutora da locomotiva moral da humanidade – a mulher – olhou pra trás e quis se juntar ao macaco tarado. Não há mais motivos para o homem evoluir, visto que ele é premiado justamente por ser um objeto sexual promíscuo - e ver a mulher da mesma forma - e não mais por ter a capacidade de desenvolver uma relação monogâmica.

Vocês

As pessoas se chocam quando eu digo que não gosto de sexo casual ou, até mesmo, do sexo em si. Já disseram que eu sou "doente" por pensar assim. Mal sabem elas que são elas quem estão doentes e abraçadas na mais pura irracionalidade. Eu sinto um misto de prazer e tristeza quando me dou conta do quão fácil, banal e entregue ao desejo sexual a juventude está. Prazer porque se tornou fácil comer uma mulher e usá-la como um mero objeto sexual (que elas lutaram para NÃO ser), podendo esvaziar as minhas bolas, colocar as calças e sumir da vida dessa pessoa. Triste por perceber que nada de importante será tirado daquela relação e que nós estamos dando meia volta e nos tornando primatas com smartphones. Muito provavelmente, o feminismo foi também uma invenção de um homem que queria comer uma mulher e ela resistiu. Ele genialmente cochichou ao seu ouvido: "você nunca parou pra pensar que nós, homens, quando transamos somos considerados garanhões e vocês vagabundas? Mulher de verdade dá pra quem quiser e é livre pra chupar quantas rolas quiser. Isso é sinal de empoderamento". Esse homem a comeu com um sorriso estampado no rosto - "enganei você" - e, a partir daí, a mulher sucumbiu e virou um simulacro de um homem. Um homem sem a autenticidade de seus sentimentos; um homem piorado.

E eu sei que você, mulher, que está lendo esse texto, provavelmente está mentindo para si mesma, afirmando: "quem disse que nós também não colocamos a nossa calça e sumimos da vida dessa pessoa e tudo bem?". E esse é exatamente o problema. O discurso da moda transformou vocês em lixos humanos como o homem costuma ser. Eu não creio que as mulheres gostem disso de verdade. É apenas o comportamento padrão pra ser aceito no grupo de jovens. Mas a veracidade desse sentimento não é importante. O ponto é que nós, homens, nunca sentimos orgulho ou nos consideramos "empoderados" por "poder" fazer "sexo livre"; nós mudávamos para melhor a fim de conseguir ter uma relação com vocês. Até mesmo quando traíamos, nos sentíamos envergonhados por ter cedido a um desejo tão baixo. Tudo isso se perdeu. Quem unicamente ganhou com essa narrativa de "liberdade sexual" foi o homem que agora pode usar, abusar e descartar as mulheres enquanto elas fingem que gostam disso. Só que, nesse cenário, quando o homem ganha, a civilização inteira perde.

Eu fiz pouco sexo casual na minha vida. Quando jovem, comecei a procurar por sexo por ser movido pelo meu instinto de reproduzir com quantas fêmeas fossem possíveis, para espalhar o meu esperma pelo mundo inteiro e continuar a minha linhagem. Encontrei extremas dificuldades para conseguir parceiras sexuais. Não obtive muito sucesso, perto das histórias que conheço. Larguei a minha primeira namorada em nome desse desejo patético, o que foi uma das piores decisões da minha vida. Hoje, com 27 anos, eu tive apenas três parceiras sexuais casuais. Lembro que, quando elas iam embora, eu sentava na beira da cama e ficava olhando pro chão tentando entender o porquê de eu ter convidado uma pessoa totalmente estranha, com a qual eu não tinha a menor intimidade e menor interesse em conhecer melhor, para entrar na minha casa e ficar roçando o corpo em mim. Quando entendi que toda aquela situação tinha sido causada pela minha programação de reproduzir – que, por sua vez, era ativada em mim pelo desejo de ter orgasmos e diversas parcerias sexuais –, finalmente tive paz.

Mas era tarde. Quando me dei conta disso o sistema todo em volta já estava corrompido. As mulheres já tinham conquistado o "direito" de serem tão podres quanto os homens. Os homens, por sua vez, estavam cada vez mais longe de se tornarem seres humanos conscientes, por ser fácil atender o seu desejo mais básico. Por isso, não restam mais motivos para evoluir. Os jovens se entregaram ao atendimento do desejo imediato, nos levando para trás na evolução. Pouco a pouco, nos abraçamos aos macacos, uma vez mais.

O que me resta é "aproveitar" a promiscuidade alheia. Eu trocaria toda essa facilidade – Tinder, Happn, putaria, baladas e mulheres aderindo à promiscuidade – pela chance de ter uma relação verdadeiramente humana. Com alguém que busca empurrar a locomotiva em frente, sabendo que o desejo sexual é o maior inimigo do ser humano. Mas o futuro é tenebroso. Os homens já não precisam lutar para se tornarem civilizados. E as mulheres, quando se derem conta da merda que fizeram, vão nos acusar de sermos "machistas" e "preconceituosos" por não aceitarmos, para um relacionamento sério, uma mulher rodada, que chegou nos trinta anos cheia de parceiros sexuais casuais. Não, não é errado um homem preferir uma mulher virgem ou com menos parceiros sexuais. Vocês é que valorizaram de forma errada o comedor, o homem promíscuo, e quiseram se espelhar nele. Agora aguentem. Cada vez que eu fizer sexo casual, voltarei pra casa com o meu desejo animalesco saciado. Mas o meu lado consciente estará aos prantos, tentando entender o porquê de vocês terem lutado tanto para se tornarem objetos sexuais, fazendo com que eu jogue o meu esperma por aí, sem ter que me importar com os sentimentos e o futuro daquela mulher e, assim, da humanidade como um todo. Acabou tudo.

 

Autor: Arthur
Tags: sexo , jovens , desejo , promiscuidade , festas

 

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